HISTÓRICO DO SIMPROIND
FUNDADO EM 13 DE MAIO DE 2005
O
SIMPROIND
surgiu após muitos anos de luta e discussões
acumuladas a respeito dos problemas enfrentados pelo músico
independente no Brasil e em particular em São Paulo. Fundado em
13 maio
de 2005 por membros da direção da APADEMP (Associação Paulista Para o
Desenvolvimento da Música Profissional ) durante as discussões da
Câmara Setorial da Música.
Tem como presidente o músico Paulo
Santana, ex Coordenador do GT (Grupo de Trabalho ) de questões
trabalhistas referentes à profissão do músico.
Esta experiência permitiu o diálogo
com músicos de todo Brasil, inclusive com o Músico André Novaes,
membro da Associação de Músicos de Teresópolis e autor da primeira
versão da reformulação da lei 3857/60, a mesma que criou a O.M.B.
Naquele
momento, em 2005 havia a
necessidade de criação de uma entidade que possuísse interlocução direta com
as autoridades do trabalho, educação, cultura e no
parlamento, para negociar e
propor soluções no campo das políticas públicas nas relações do trabalho
do músico, valorizando a categoria dos que exercem o ofício musical.
Por isso a fundação do
SIMPROIND
que conta em sua diretoria com músicos profissionais experientes, com
ampla produção no campo artístico que representa diversas tendências
da linguagem musical brasileira e trajetória e histórico político
inatacável e inquestionável. Hoje o
SIMPROIND
é uma realidade, uma instituição com legitimidade para atuar na
representação dos interesses dos músicos profissionais independentes.
O
SIMPROIND
trata exatamente da renovação e reestruturação no campo das relações
de trabalho e criação artística e implanta uma série de programas para a inclusão
social dos músicos profissionais independentes.
Pioneiro em todas
as suas propostas, o
SIMPROIND
é a primeira entidade a discutir qualificação e
certificação profissional através de um paradigma voltado para a
nossa cultura.
Nosso lugar é aqui na
grande São Paulo, nosso tempo é agora, pois só se pode edificar um
futuro através do engajamento no presente. Só assim poderemos
almejar uma maior segmentação do mercado brasileiro de música, que
possa contemplar e abarcar toda a diversidade desta tão rica e vasta
cultura.